Arquivo do autor:Vítor Costa

Sobre Vítor Costa

Um insistente amador na arte do pensamento. Acha que a existência é feita da mesma matéria que compõe os sonhos. E que cada situação é uma ocasião de aprendizado. Mas que podemos, sim, estar à deriva num infinito de absurdo.

A horizontalidade como vocação

Em um dos melhores capítulos de Quando Ninguém Educa, o professor Ronai Rocha faz algumas distinções, pensando com Basil Bernstein, sobre os tipos de discurso e de conhecimento humanos e as implicações que os usos de um certo tipo de conhecimento … Continuar lendo

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“Pasenow ou o romantismo | 1988”, primeiro romance da trilogia “Os Sonâmbulos”, de Herman Broch

“… Até se dar conta, assustado, de que não conseguia mais abranger a massa difusa e gasosa da vida e que escorregava cada vez mais rápido e mais fundo em fantasmagorias absurdas que tornavam tudo incerto.” – Hermann Broch, Os … Continuar lendo

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“Quando Ninguém Educa”, de Ronai Rocha

O que acontece com o ensino quando o imperativo da desconstrução vem antes da ideia de transmissão da herança cultural? O que pode ser a própria escola quando um silêncio constrangedor acerca do currículo só é interrompido por sussurros de … Continuar lendo

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Sobre Formação e Vocação

“A integração da filosofia nas Instituições Científicas está sofrendo uma degeneração. Ela entrou desarmada na competição das especializações. Os modelos do pensamento científico parecem ter esvaziado as perscrutações filosóficas. A máquina científica move-se nestes modelos, enquanto a filosofia os questiona … Continuar lendo

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“O livro do idílio e da nostalgia”, de Milan Kundera

A nova e surpreendente obra de Milan Kundera, já quase um nonagenário, corre o risco de se tornar um best-seller como foi A insustentável leveza do ser já que aos 88 anos Kundera surpreende a todos com um romance complexo que … Continuar lendo

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“Depois da Virtude”, de Alasdair MacIntyre

Nossas teorias e práticas morais estão fadadas ao fracasso: nosso vocabulário é inapropriado, as sociedades ocidentais submergem num caldo de ficções onde a burocracia vende uma eficiência ilusória. As ciências sociais disfarçam o fato de que não tem poder de … Continuar lendo

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A trama e seus tecidos | Interlúdio – Tempo suspenso de um estado provisório

Visitei o Museu de Arte de São Paulo (MASP) pela primeira vez nesse dezembro de 2016. E pela primeira vez vi alguns quadros que antes, para mim, eram apenas imagens em formato digital localizáveis por buscas na internet. Renoir, Van … Continuar lendo

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