Arquivo da tag: Sabina

Os Onironautas: Parte IV – Sonhos Lúcidos

Por mais estranha e inverossímil que fosse a teoria de Montserrat, ela funcionava. Sigmund e Victória tiveram extrema facilidade para se habituar com os chamados “testes de realidade” e o hábito, como o professor disse que aconteceria, foi levado para … Continuar lendo

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Porque eu prefiro Milan Kundera

Há uma denúncia que Gerd Bornheim faz da filosofia de Jean-Paul Sartre que poderia se aplicar quase perfeitamente à literatura de Milan Kundera: o fracasso de suas categorias só acontece porque existiria na pena deste pensador, desde o princípio, a … Continuar lendo

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O sentido da Traição

Ontem eu disse uma frase na qual, hoje, reconheço uma certa dose de erro. Disse exatamente que “ações expressam princípios, logo quem nada pede à ninguém demonstra interesse em não ser perturbado”. Então um amigo filósofo me fez perceber que … Continuar lendo

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Variações sobre a Leveza Nº2.

Querida Sabina, Apesar de não nos conhecermos pessoalmente, percebe o quanto sei sobre você e seu chapéu-côco e, se me permite, o quanto os admiro. Mas não se preocupe: Tomas sempre foi discreto e apenas em suas cartas me contou … Continuar lendo

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Variações sobre a Leveza e o Peso

“(…) Era mesmo a facilidade com que o imaginava que mais o feria.” Carta de Agnes à Tomas Sim, Tomas. O que dói é perceber que tudo, inclusive você, é totalmente contingente. Saber-se não-necessário, nada especial, não lhe parece uma … Continuar lendo

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A ingenuidade de Franz

(Ou, alternativamente: reflexões sobre a má-fé e a autenticidade na Insustentável Leveza do Ser, de Milan Kundera) Seis meses atrás, postei o trecho da Insustentável onde Milan Kundera fala sobre a compreensão que Sabina tem daquilo que podemos chamar de … Continuar lendo

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Viver na Verdade

“É uma fórmula que Kafka utilizou no diário ou numa carta. Franz já não se lembra muito bem onde. Sente-se seduzido por ela. O que será isso de viver na verdade? Uma definição negativa não é difícil: é não mentir, … Continuar lendo

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