Arquivo da tag: Tomas

Please Remember

Seis acasos levaram Tereza até Tomas, em A insustentável leveza do ser. Penso que menos acasos me levaram a descobrir “Please Remember“, canção da banda Deafheaven. Não faço menção a obra de Kundera por acaso ou obsessão, porém: no início da … Continuar lendo

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Os Onironautas: Parte IV – Sonhos Lúcidos

Por mais estranha e inverossímil que fosse a teoria de Montserrat, ela funcionava. Sigmund e Victória tiveram extrema facilidade para se habituar com os chamados “testes de realidade” e o hábito, como o professor disse que aconteceria, foi levado para … Continuar lendo

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Variações sobre a Leveza e o Peso

“(…) Era mesmo a facilidade com que o imaginava que mais o feria.” Carta de Agnes à Tomas Sim, Tomas. O que dói é perceber que tudo, inclusive você, é totalmente contingente. Saber-se não-necessário, nada especial, não lhe parece uma … Continuar lendo

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De volta ao mestre, o velho tcheco louco…

“(…) tinham ido a um cabaré com alguns amigos festejar o novo emprego de Tereza. Deixara o laboratório de fotografia porque a revista a aceitara como fotógrafa: Como Tomas não gostava de dançar, um dos seus colegas mais novos do … Continuar lendo

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A ingenuidade de Franz

(Ou, alternativamente: reflexões sobre a má-fé e a autenticidade na Insustentável Leveza do Ser, de Milan Kundera) Seis meses atrás, postei o trecho da Insustentável onde Milan Kundera fala sobre a compreensão que Sabina tem daquilo que podemos chamar de … Continuar lendo

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Brilho Eterno?

Quando Milan Kundera afirma que a única moral que pode ter um romance é a de descobrir algo até então velado, penso que essa afirmação pode ser estendida à outros domínios artísticos, como o cinema. Assim, o ato de assistir … Continuar lendo

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Patrick Marber: Variação de Milan Kundera

“Mas o que acontecera ao certo a Sabina? Nada. Deixara um homem porque queria deixá-lo. Esse homem tinha vindo atrás dela? Tinha querido vingar-se? Não. O seu drama não era o drama do peso, mas o da leveza. O que … Continuar lendo

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